Google+ minha casa, meu mundo: Por onde anda essa tal felicidade?

10 de novembro de 2011

Por onde anda essa tal felicidade?


postado por Dani

Já choramos muito na semana passada. Hoje quero falar sobre felicidade. A tão buscada, a tão sonhada, a tão perseguida. Gente, ando assustada com a quantidade de amigos meus que usam medicamentos para controle de ansiedade, anti-depressivos, moderadores de humor, etc e tal. O que está acontecendo com a humanidade? Será que agora a felicidade cabe numa caixinha e é vendida em farmácia? Nada contra esses remedinhos. Muito pelo contrário. Acho que se fazem bem, ótimo. Mas impossível não refletir sobre o tema. Por quê? Onde nos perdemos? O que está acontecendo?

Agora, vocês me dão licença, mas vou começar com o que denominei como filosofia de tráfego. Sim, penso muito enquanto estou no trânsito - geralmente o único lugar onde fico completamente sozinha. E cada vez que uma pessoa conhecida me conta que está fazendo terapia e tomando remedinhos, fico pensando nas razões dessa epidemia de infelicidade, insegurança, fobias.

Não quero entrar no cunho religioso, até porque essa questão é muito pessoal. Mas o que acontece é que a felicidade nos está sendo vendida como um anexo às conquistas materiais. Compro. Logo, sou feliz. Isso nos é vendido e seguido copiosamente. Conquistar virou mania. Casa, carro, roupas. E no trabalho? O mundo corporativo é muito cruel neste sentido. Neste e em outros vários, é verdade. Se um funcionário exerce a sua função brilhantemente, mas há muitos anos, é porque estagnou, não tem interesse em crescer, não gosta de encarar novos desafios. Que preguiça desse papo! Eu já fui gerente de multinacional por quatro anos. Sabem quando eu desejei  ser diretora para ganhar o triplo e trabalhar o dobro? Nunca. Qual o problema?

Alguém vai discordar de mim e dizer que a ambição é algo saudável, é o que move o mundo. Até certo ponto. Tem pessoas (muitas) que sonham em ter para depois fazer. E é aí que mora o perigo. Vou lhes dar um exemplo pessoal. Quando eu era menina, morava com meus pais e meu único irmão em um apartamento de 48 metros quadrados. Juro. Meus pais sempre foram muito festeiros e animados. Sempre gostaram de reunir a família. No Natal, iam os cinco irmãos da minha mãe, os quatro irmãos do meu pai, avós, primos. Como eles cabiam? Não cabiam. Meus pais deixavam a porta do apartamento aberta e o pessoal ia se virando no corredor, na escada. E ainda tinha o Papai Noel e correria de criança. Era super animado! Se eles não tivessem organizado essas festas porque a casa era pequena, quantos abraços não teriam sido trocados? Quantas risadas não seriam ouvidas?

Adoro conhecer pessoas que nadam contra essa corrente. Vivem com mais leveza, praticam a felicidade diária e são realmente satisfeitas com o que têm. Isso é libertador! E aquelas que querem ser o que não são? Já repararam como as pessoas autênticas aparentam ser mais felizes? Aquelas que dizem o que pensam são irresistíveis para mim. As bem-humoradas, então, são fantásticas! Não sou terapeuta, nem  tenho conhecimento científico sobre o assunto, mas vou dar umas sugestões. O ponto de partida, na minha opinião, é se conhecer e assumir os seus gostos e desejos. Percebeu que curte música colombiana? Pois aumente o som e curta! Gosta de Fábio Junior? Eu também!!!!!!!!!! E de tomar banho de mangueira, ouvir Transamérica Light e usar calça saruel. Está todo mundo colocando peito de silicone? Pois eu não vou aderir. Gosto de seios pequenos. Desculpe aí.

Pronto. Meio caminho andado. Agora é praticar o desapego. A coisas e a pessoas também. Aquela dependência emocional doentia está fora de cogitação. Também acho que é preciso ser uma pessoal seletiva. Depois dos 30, eu me libertei neste aspecto. Não alimento amizades que sei que não vão dar em nada, não vou a compromissos sociais sem estar com vontade e, confesso, minha vida melhorou muito! 

Cada um tem uma maneira de ver a vida e a minha é de não perder tempo e tentar ser feliz de qualquer forma, mesmo quando os problemas vem em rodo. O importante é não  guardar a oportunidade de viver momentos felizes na gaveta. Não adiar gargalhadas e bons momentos. Se você não quer convidar a melhor amiga para fazer um lanchinho na sua casa porque ainda não comprou aquela mesa que está namorando, esqueça a tal mesa e pegue o telefone agora. Pessoas leves e felizes são contagiantes, então faça isso pensando em você e estará, na verdade, fazendo um bem enorme a todos que lhe cercam.

***

Por falar em lanchinho em casa com amigas e pegando carona no post da Lu Ramos de ontem sobre festas fofas, quero dar umas dicas bacanas e econômicas.

Recentemente uma amiga queria fazer um lanche da tarde para comemorar seu aniversário entre amigas. E me pediu uma mesa bonita, sem ostentações - até porque o orçamento era pequeno. Fiz algo super simples, mas que impressionou.






Depois de escolhidas as cores, mandei fazer essa toalha de poá, que é muito curinga. 
Defini o centro da mesa utilizando fitas que comprei em um  armarinho.
Usei dois vidros que já tinha em casa para fazer os arranjos de gérberas.





O centro de mesa é um prato de MDF que custou R$ 6 e que cobri com papel de seda laranja. Se tivesse tido mais tempo, teria pintado a base dele, mas essa festa foi feita de um dia para outro.






O cardápio também foi simples, mas alguns detalhes fazem a diferença. Fiz três tipos de cupcakes. E não é difícil. Você pode usar receitas de bolos tradicionais, como cenoura e chocolate e colocar a massa em forminhas de muffin que dá certo.  
Usei taças para servir as mousses de chocolate. Já falei aqui que gosto de trabalhar com alturas diferentes, né? Neste caso, usei duas caixas de papelão cobertas com papel de seda. No acabamento, fita de cetim e  broches da aniversariante. No lugar das caixas, você pode usar isopor, pilhas de livros ou o que a imaginação mandar. Não ficou bonitinho? Espero que se inspire. Beijo e até a próxima semana!







26 comentários:

  1. Oi Dani Já é a segunda vez que comento seu post(e olha que nao sou de comentar...), mas adorei a parte do seu texto que fala do seu apartamento na infância e das festas que ocupavam o corredor e que trancorriam na maior alegria e deixavam os dias anteriores e os seguintes cheios de agitacao e felicidade. A casa dos meus pais era muito grande e por várias motivos muito triste. Na frente da minha casa tinha o tal apartamento de 50m2 que tinha os Natais e os aniversários mais animados e festivos do mundo (metade das pessoas se espremendo no corredor!). Acho que em toda a minha vida nunca invejei nada com tanto fervor. Era um misto de admiracao e inveja e uma vontade enorme de pertencer àquela família. Um abraco

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  2. oie....flor amei de paixão seu blog...muito chique.....qdo puder me visite tbm..vai ser um prazer receber sua visitinha e ter vc como minha amiga e seguidora...tbm tô te seguindo bjooooooooooooo

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  3. Autenticidade, autenticidade já!
    SOu meio que criticada por isso.... porque incomoda mas pessoas amiga... a felicidade alheia incomoda as pessoas...mas c'es la vie!

    ♥Beijos♥
    Óitmo post

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  4. Dani,adorei seu post!
    eu já falei aqui (em algum post antigo que não acho agora) sobre esta maldita obrigação de ser feliz! Isso causa uma angústia e uma ansiedade sem tamanho e ninguém é feliz o tempo todo!
    eu também passei minha infância em uma casinha minúscula e minha mãe reunia a família toda e mais uma renca de amigos para festas deliciosas! No Natal, como não cambiam, ela fazia no quintal, armava uma barraca para o papai noel e era tudo uma delícia!
    E vc não tem idéia das festas de aniversário que ela fazia para mim! Reunia as amigas e ficavam dias e dias fazendo decoração e comida... era inacreditável o que saía! Inacreditável!
    Saudades deste tempo

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  5. Oi, meninas!
    Eu senti na pele essa pressão em ser feliz o tempo todo que as pessoas querem nos empurrar goela abaixo, e fui parar na terapia! Sabe o que aconteceu? Deixei a opinião de todo mundo de lado e parei de perder tempo tentando ser feliz, porque não estava me sobrando espaço para ser feliz DE VERDADE, do meu jeito. Tive alta em tempo recorde!rsrs
    E tô totalmente de acordo com você no quesito 'ser feliz tem que ser agora'. Minha casa está em obras, tudo em escombros, e trouxe uma amiga para cá ontem. Ficamos espremidas entre a bagunça toda, nem sofá tinha pra gente sentar e fofocar, mas acredito que qualquer oportunidade de bons momentos com as pessoas que nos fazem bem é um presente que não devemos deixar para abrir no dia seguinte.
    Adorei o post, Dani, linda reflexão para todas as filósofas de engarrafamento (eu tb adoro!rs).
    Beijinhos

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  6. Nossa, este post foi tudo o que estava engasgado em minha garganta...rs
    è extamente assim que me sinto,vejo, observo, ouço... ontem mesmo eu andando pelas ruas observava algumas pessoas e seus movimentos sempre friamente calculados!
    Não só na vida real, mas também na virtual, a ostentação e competição fazem com que algumas "pirem" por não ter isso ou aquilo, acabam desestruturando suas vidas fazendo dívidas para estar no mesmo patamar dos outros...
    Na última festinha que eu fiz aqui em casa , senti bem este termômetro... mas foi bom que vi que estou no caminho certo, o de minha PAZ interior, mas tem de vigiar muito para ter olhos e ouvidos para perceber todo este mundo ao redor!
    Adorei o post!

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  7. Eu adorei o texto! É uma reflexão simples, segura e serena do que vem acontecendo com as pessoas: uma ansiedade desmedida e uma sensação de competição eterna, para saber quem é mais feliz ou quem tem mais amigos; quem é mais bonito; quem vai a mais eventos sociais e por aí vai. Ontem comentei com um taxista que quero que o ano de 2.012 seja muito, mas muito bom. Este ano não foi ruim; apenas está sendo a continuação (melhor) das mudanças iniciadas em 2.010 para mim. E quando bate a angústia, penso no meu pai: nada como um dia após o outro com uma noite no meio. Sobre receber as amigas: é o que eu tenho feito questão de fazer sempre que dá, por motivo nenhum, a não ser pela amizade. Sabe o que eu descobri? Que adoro a minha casa e tenho orgulho de como, mesmo que indisciplinadamente, cuido dela, porque a conquistei! Reitero: adorei a postagem e Luciane, amei seu comentário também. Bjs, Karina.

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  8. Oi Dani, ficou ótimo...lindo mesmo e criativo!
    Parabéns...

    coisasdagrazzi.blogspot.com

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  9. Adorei esse post.

    e amei a decoração

    abraços

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  10. Dani, finalmente escutei e li o que penso sendo dito por outra pessoa! Eu fiz essa opção de vida pelo mais simples e belo, 15 anos atrás qdo meu filho nasceu! E sou e estou muito feliz, sem remédios ou terapias! Dá medo? Dá, mas correr riscos nesse caso, faz bem! Bjs e obrigada, Dânia Mara

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  11. Semana passada conversava com amigas e depois com o marido, sobre esta loucura de ser feliz, desta obrigação de ser, ter, querer e se mascarar com rémedios, por não aguentar a verdade de suas limitações.
    Estou nesta terapia de viver o hj e se desapegar ao que não esta ao meu alcance já um bom tempo, minha vida ficou tão mais leve...
    Uso direto a frase: é o que tem para hoje!!!
    Parabéns pelo Post e pela linda mesa. Adorei!!beijos. Carol

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  12. dani, concordo, entendo e apoio o seu ponto de vista.
    se as pessoas levassem em conta que o SER e o TER são muito distintos, tudo seria diferente.

    e que podemos ser felizes várias vezes ao dia - e não aquele conceito equivocado de que a felicidade é obrigatória em todos os momentos.

    beijos!

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  13. Olá Dani, vim agradecer a visita e dizer que fiquei muito feliz por você ter feito a receita do muffin de gorgonzola e gostado, ele fica muito gostoso realmente.
    Também quero dizer que essa sua mesa ficou muito bonita, com uma decoração simples você conseguiu dar um visual ótimo, fora que os cupcakes dão um charme a mais, né?!
    Bom, agradeço e convido a voltar sempre ao blog, que sabe testando outras receitinhas, rs!
    Bjuss!!!

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  14. Olá...

    Falo de Portugal... mais precisamente de CHAVES... tenho seguido seu blogue, que aliás tem tudo a ver com aquilo que penso e com a forma de estar na vida...
    Não a conheço, mas gosto da forma como escreve e de como pensa, isso é realmente importante para mim, porque hoje em dia não podemos perder tempo com aquilo que não interessa...
    Fala de forma verdadeira e isso agrada-me profundamente...

    Encontro muita inspiração no seu blog, também tenho um blog recentemente e é uma boa forma de diminuir a pressão da panela do dia a dia.

    Bem, fico por aqui... felicidades e continue sendo quem é...

    Um Beijo

    Ana Vieira

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  15. Olá, Dani. Eu sempre venho ao blog, gosto muito daqui!
    sobre a felicidade, nós é que somos fundamentais para ela existir, não importa se a casa é pequena ou uma mansão. se as pessoas que ali moram são felizes, ótimo! mas, sabe, a vida também não é feita só dos momentos felizes, há momentos tristes, de luto, de não celebração mesmo...E o tempo de cada um deve ser respeitado.
    Tenho amigos que precisaram de medicação para passar por momentos muito difíceis. E que bom que eles fizeram terapia, tiveram remédio para ajudar a não entrar em colapso! Porque não dá para comparar as nossas vidas com a que nossos avós tiveram. eles comiam outras comidas, criavam os filhos de forma diferente, conheciam todos os vizinhos e boa parte das famílias de suas cidades. Hoje, temos mais violência, consciência de que nossos filhos devem ser mais competentes nos estudos do que nunca porque somos muito, muitos. temos nos cercado de alimentaçao pior, que nos traz mais doenças...e nesse jogo de ambiente e alimentação, nossa mente e corpo estão reagindo diferente, com doenças novas, e que por isso não entendemos direito ainda o motivo do uso da medicação até que precisemos dela ou algum amigo querido...
    beijos

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  16. Dani, quando eu lembro dos momentos mais felizes e gostosos da minha vida, eu lembro da casinha que tinhamos na Ilha do Mel, com um quarto e sala. Passavamos o mês de janeiro e fevereiro inteiros lá. Não tinha luz, não tem carro, por muitas vezas tomamos banho da água guardada da chuva. Minha mãe não ligava, chegamos a ter 9 pessoas hospedadas lá. Ficávamos na praia até a hora de dormir, contávamos historia de terror, conversávamos muito e brincávamos muito... Quando falam de felicidade eu lembro desses momentos.
    Ainda temos essa casa mas fizemos mais uma, a família dobrou. Agora tem luz, a água raramente falta mas não tem carro e o barulho é controlado. O principal ainda tem, conversamos muuuuuito. Temos tempo! Nos damos o luxo de continuar perdendo tempo só jogando conversa fora com pai, mãe, filhos, irmãos e amigos. Meus filhos também amam esse nosso paraíso...

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  17. Adorei o texto!
    É mesmo de assustar como as pessoas estão 'pirando'. Essa coisa de buscar o material pra saciar a alma n tá com nada!
    Tenho pouco, mas sou feliz com o q tenho. Meu cel, por ex, é um nokia 2600 que tenho há quase 7 anos! E tá firme e forte, pq vou querer trocar?
    A única coisa que eu almejo mesmo é melhorar a saúde (ter 25 parafusos na coluna, e em brve colocar mais é meio chato, mas tô firme! rs).
    Bjus! AnnaLu

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  18. olá Dani,
    Desculpe se esse meu comentário não vai ser muito agradável. Acho que voce faz um julgamento muito duro sobre as pessoas que tomam antidespressivos. Minha filha teve cancer aos 25 anos e em consequencia disso perdeu um olho. Foi operada duas vezes, no cérebro e se nao fossem os antidepressivos eu teria me suicidado.
    Quanto ao ser e ter (e olha que eu tambem sou adepta ao mais simples possível e pouca bagagem) ... cada um na sua. Se as pessoas ficam felizes quando compram, bom para elas. E bom para voce que nao precisa de tanto...
    E tambem nada contra as pessoas que se acham maravilhosas e detentoras de todas as soluções pra todos os problemas dos outros... como voce.

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  19. Meninas, adorei os comentários! Obrigada pelas palavras e histórias.

    Rachel, não acredito que me achou! Realmente o muffin fez o maior sucesso e, olhe só, fiz para levar à casa de uma amiga esta semana. Voltarei ao seu blog.

    Vanilla, querida, não sou contra os remédios. Mas sou contra a procura indiscriminada por essas drogas. Defendo o uso para quem realmente precisa deles, como você mesma exemplificou. Cada um na sua, exatamente! Sou defensora da autenticidade. Comprar, sim, mas porque quer e precisa e não para mostrar que tem e achar que vai ser feliz de verdade por conta de um sapato novo. Só isso. Também não acho que tenho as soluções, mas gosto de bater-papo, conversar, colocar a minha opinião e ouvir, como numa roda de amigas. Bjs.

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  20. Ficou uma graça Dani!!!!
    beijokas
    Thienne
    artedobemfeliz.blogspot.com

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  21. Amei o texto, compartilho da mesma opinião! Sou adepta do "seja feliz com o que você tem!!"
    Beijos, parabéns!

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  22. Bom dia Dani!!!!
    Amei o post.Realmente a humanidade esta assim.Esqueceram que o simples que é o chique e gostoso.Ficam tão preocupadas em ter,ser melhor que o outro que esquecem de viver as coisas simples e boas da vida,como dar um sorriso,um bom dia,de sentar e conversar com os filhos,bom são tantas coisas.Ah!e quando somos alegres e autenticas,qdo dizemos o que realmente sentimos ,sem mentir para agradar alguem ,somos criticados.Creio que o mais importante é sermos felizes,viver os momentos com mais intensidade e honestidade conosco mesmo.Ah!em por falar honestidade, que mesa linda e chique.Parabéns!!! Acho que as amigas de sua amiga amaram.Bjins

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  23. OI,Dani! Muito legal seu post. Hoje em dia, tomo remédios e faço terapia mas espero, um dia, conseguir encontrar essa tal felicidade. Abç.

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  24. Ai amiga que saudade de Voce!! ADOREI!!! Beijos

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  25. A mesa fez o maior sucesso, Andreia! E ela gastou pouquíssimo...
    Bjs, meninas.

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  26. Entrei no seu blog por um acaso e me surpreendi com o seu texto tão original. Parabéns Já tô te seguindo, afinal, é gratificante seguir blogs como o seu! bjs

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Obrigada pela visita!

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