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18 de abril de 2012

Tapete

Postado por Lu Ramos

 Hoje o dia começou cinzento e agora abriu sol... o outono é mesmo lindo. E eu estou mais ou menos como estes dias que amanhecem bruscos, tristes e aos poucos vão se alegrando. A vida vai tomando seu rumo.
Um excelente dia para todos. Deixo um projeto fofo para meninos, coisa rara! Aproveitem.


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17 de abril de 2012

Costurinhas

Postado por Lu Ramos

Alguns projetinhos fofos para alegar nossos dias! Beijos!



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28 de março de 2012

Patchwork

Enquanto não sobra tempo para eu voltar a fazer meus tutoriais, vou separando alguns projetos bacanas por aí!

Eu amei este tutorial!!!









No blog quilt soup, encontrei moldes lindos para quilts, tanto para comprar, quanto grátis. Clicando no link, role a barra até encontrar os moldes free, são lindinhos!



Um beijo
Lu

28 de novembro de 2011

Aula # 7 - usando os blocos



Hoje eu quero ensinar a fazer um pegador de panelas bem simples. Para isso vamos usar um dos blocos feitos com a técnica de foundation que ensinei AQUI na aula #5 e no tutorial AQUI.
Antes de mais nada quero pedir desculpas pela qualidade das fotos, mas este fim de semana foi uma correria e mal consegui chegar perto da máquina!
Hoje vamos colocar uma borda no bloco e quiltá-lo. Na próxima aula vamos colocar o viés. E porque não terminamos hoje? Porque o tal viès é um dos monstros sagrados da costura e na verdade é bem simples de colocar, só requer paciência. Então acho melhor fazer um post só para ele, com um pouquinho mais de calma...

Então hoje vamos apenas começar, ok?


O meu bloco tem 15 x 15 cm e é muito pequeno para um pegador de panelas. Então fiz uma borda.


Cortei uma tira de 5 cm de largura e costurei sobre um dos lados do bloco. Feito isso, cortei a sobra. 
Passei o trabalho abrindo as costuras e costurei o outro lado. Repeti o mesmo até terminar todos lados do bloco.


Depois, era hora de colocar o enchimento. Eu usei uma manta acrílica mais fina, mas com maior densidade, ela parece um feltro, que protege mais do calor, afinal é um pegador de panelas!


Cortei a manta e o forro maiores do que o bloco (porque o quilt dá sempre uma enrugadinha no forro). Aqui eu exagerei no tamanho, para ficar bem claro.
É preciso prender forro, manta e topo para poder quiltar. Você pode fazer isso com alfinetes ou com uma cola em spray especial para estes trabalhos. Eu uso  a cola. Aliás, depois que descobri esta cola minha vida mudou! É simples e rápido, funciona que é uma maravilha, o sanduíche de forro, manta e topo não sai do lugar e não há perigo de errar. Isso não é um publieditorial, é apenas uma dica de quem já sofreu muito quiltando sem a cola...


Para prender com alfinetes é preciso começar sempre do centro para as bordas e ir esticando bem o tecido. Você pode alinhavar se quiser. Para usar a cola, basta passar um pouquinho  no forro, colar o recheio, passar um pouco no recheio e colar o topo, fazendo um sanduíche.

Hoje não quero falar sobre o quilt propriamente dito, mas apenas mostrar como fazê-lo de forma simples e rápida em um pequeno projeto. Fiz à máquina, apenas em algumas costuras, só para prender as três camadas e dar um charme. Mas você pode quiltar cada costura de seu trabalho, pode fazer um desenho (como um coração), pode fazer como sua imaginação mandar. 
O quilt à máquina não tem muito segredo. Basta usar o ponto um tiquinho maior do que o normal, eu usei 3 na minha máquina e seguir rente às costuras, tomando cuidado de começar e terminar nos cantinhos (se a agulha terminar antes ou depois, conserte: levante a agulha e o calcador e volte com ela no ponto correto). Meu deus que fotos horrorosas!


Na segunda foto dá para ver o encontro das linhas. Para fazer um bom acabamento, eu dou um nó em ambas, bem justo, coloco o excesso de fio na agulha e escondo-o por dentro do trabalho, assim:


Depois é só cortar o excesso! Faça o mesmo no avesso. 
Se a sua máquina tem botão de acabamento, aqueles 3 pontinhos no mesmo lugar, pode usá-lo no começo e no fim do trabalho, mas o acabamento não fica tão delicado.
Como a manta é fina, o matelassê não aparece tanto, mas ao vivo está bem delicado e deu um charme extra. De qualquer forma, o quilt é necessário para prender as camadas.

Este é o quilt mais simples que pode-se fazer, quando quero fazer desenho livres e inventar outras modas, faço à mão, porque vou contar: não domino a arte do quilt livre à máquina... acho muito difícil, de verdade.
Mas vou fazer uma aula apenas falando do quilt, técnicas, formas, desenhos... é um mundo de possibilidades!

Gostaram? Está quase pronto! Na próxima aula vou desvendar os segredos do temido viés! Aguardem.

Beijos
Lu











14 de novembro de 2011

Aula # 5


postado por Lu Ramos


Hoje vamos falar um pouco mais de patchwork.

A base do patchwork são os blocos, que unidos foram desenhos maiores e mais intrincados. E são centenas de blocos, cada um com seu nome, sua técnica e sua variações, como podemos ver nesta amostra que retirei do site blockcrazy.com:

Existem muitos sites onde podemos aprender a fazer cada um deles, dos tradicionais aos mais modernos. Mas existem milhares de livros à nossa disposição que nos trazem inúmeros blocos e/ou projetos completos. Eu tenho vários e aprendi demais em cada um deles! Se animou a comprar? Não é preciso gastar uma fábula, a maioria dos meus livros eu comprei usado mesmo, lá no ebay, tem milhares deles!


Os livros são super úteis, porque nos ensinam passo a passo a fazer os blocos, seja para compor um projeto maior ou não. E isso é super importante, porque é preciso observar a ordem da costura de cada parte, cada pedacinho, caso contrário não conseguimos fazer de jeito algum! O que difere um bloco simples (como o nine que fizemos na aula passada) e um complexo, como as estrelas de um modo em geral, é o tamanho e o número das peças que o compõe. Quanto menores e em maior número as peças, mais complexo,mais difícil será o bloco. Por isso, os quilts mais admirados são aqueles feitos com diferentes blocos, sempre formados por pequenas peças formando desenhos intrincados.

Mas sempre é preciso começar de algum ponto, e podemos fazer colchas muito bonitas usando apenas os nine patchs que aprendemos a fazer na aula passada. Como nesta colcha. Notem que ela é formada inteiramente por nines coloridos, onde os tecidos não se repetem em cada fileira e tem como ponto comum o centro branco. É a prova de que usando um bloco muito simples podemos fazer trabalhos de efeito visual bastante sofisticado.


Ou podemos fazer o crazy nine patch, que é muito divertido! Tenho um livro que ensina a fazer muitos destes blocos tortinhos!


E vejam, conforme a forma como unimos os blocos, eles mudam completamente!


Sem falar que podemos cortar o bloco já pronto para formar outro, completamente diferente.




As possibilidades são verdadeiramente infinitas. Por isso, para quem realmente quer começar nas artes do patch eu aconselho muita, mas muita pesquisa. Não apenas  na internet (onde realmente existe material abundante), mas nos livros especializados. São tantas as possibilidades, tantas as técnicas!
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E quando começamos a pesquisar, a primeira dificuldade que enfrentamos é o sistema métrico! Porque todos os projetos e livros usam polegadas como unidade de medida e isso causa uma baita dor de cabeça na hora de converter em centímetros, nunca dá um resultado inteiro, já que uma polegada corresponde a 2,54 centímetros. Tem quem faça tudo em polegadas (mais simples), tem quem tente arredondar os resultados (que resulta em pequenas diferenças) e tem quem dá uma banana e faz como quer... você escolhe.
Eu prefiro não converter, faço os projetos em polegadas mesmo, é bem mais simples e seguro. A conversão pode causar erros milimétricos que depois comprometem o resultado final. E nada pior do que fazer dezenas de blocos e depois eles não encaixarem. 
Mas a adaptação não é impossível, é apenas trabalhosa. Porque não basta apenas converter matematicamente, é preciso ver se o resultado final desta conversão é correta e para isso é preciso usar um papel milimetrado para reproduzir o projeto bloco a bloco, certificando-se de que as dimensões e as junções estarão corretas no final.
Então converter ou não é uma questão de gosto, de vontade de cada um.

Nunca esquecendo de converter as margens de costura! As margens padrão são de 1/4 de polegada e existem pés de máquina específico para elas. Quando converter você deve preferencialmente usar margens de 0,5 cm ou 1 cm, conforme sua preferência e os pés disponíveis em sua máquina. Ou ainda, deve medir a distância entre a agulha e a borda do pé calcador, posicionando a agulha de forma com que ela sempre respeite a margem que você escolheu usar.
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Se existem blocos complicadíssimos, existe uma técnica que facilita e muito nossa vida! Graças aos céus   inventaram o foundation e com ele podemos fazer os blocos mais chatinhos com extrema facilidade!

Eu já ensinei esta técnica AQUI, passa no tutorial para entender como podemos fazer qualquer bloco com extrema facilidade.


Hoje, quero postar alguns moldes, para que vocês possam ir treinando e, quem sabe não sai uma colcha?
Você pode imprimir os moldes em papel vegetal, ou copiá-los a mão em papel vegetal, manteiga ou ainda entretela. A diferença? Quando usamos o papel como base é possível retirá-lo depois do trabalho pronto. Basta puxar com muuuuito cuidado que ele sai e então teremos um bloco maleável como se tivesse sido feito com a técnica tradicional. Se fizermos com entretela, não podemos tirá-la e o bloco ficará mais rígido, assim como o trabalho final. É uma questão de gosto.
Não esqueçam de acrescentar as margens de costura quando elas não estiverem no molde!






Com esta técnica as possibilidades são infinitas e o trabalho infinitamente menor, juro.

Neste links encontramos muitos moldes, vale a pena:





Espero que se divirtam durante o feriado!
Beijos


7 de novembro de 2011

Aula # 4


Hoje vamos falar um pouquinho de patchwork. Começar a entender esta técnica sensacional.
Eu sempre fui apaixonada pelo patch, ficava vendo trabalhos lindos pela internet e babava. Até que fiquei doente e de licença médica por dois meses, foi a oportunidade que tive para fazer minhas primeiras aulas. Que eram deliciosas. Como é bom  reunir apenas em mulheres e deixar a conversa solta enquanto uma costura, a outra quilta, não tem coisa melhor. Sei lá, lembrança dos castelos medievais... olha, estas moças sim sabiam viver... deixavam os homens em suas guerras intermináveis e aproveitavam todo aquele tempo livre para tagarelar e se dedicar às agulhas... inveja.
Afinal, o que é patchwork? É a técnica americana tradicional de unir retalhos formando blocos com desenhos geométricos pré-estabelecidos. Terminados, cada um destes blocos são unidos para formar o trabalho completo, uma colcha, um quadro, uma toalha.
Mas o patchwork não vive apenas de blocos, mas aceita inúmeras outras técnicas em conjunto, como o apliquée e o bordado:
Mas é fato que retalhos são unidos desde a invenção do tecido, em todas as culturas pelo mundo. No Egito antigo já existiam trabalhos deste tipo. Assim como na China há 5000 anos atrás. As armaduras japonesas usavam uma técnica parecida. Mas o patchwork atual, formando padrões geométricos, nasceu na Idade Média para produzir grandes colchas e panôs. A técnica foi levada aos EUA ainda no século XVII e lá foi aperfeiçoada até se transformar no que conhecemos hoje.
Quem nunca viu uma colcha de retalhos colorida e brasileiríssima? Desde que existem tecidos, as mulheres de todas as comunidades no mundo unem retalhos e os acolchoam, recheando-os com lã de carneiro, algodão ou manta acrílica. Eu tenho um acolchoado feito por senhoras de Palmeira (interior do Paraná) com pura lã de carneiro e "quiltado" com barbante! É quente demais! Uma delícia.
Podemos usar esta técnica para qualquer trabalho de costura, como uma bolsa, por exemplo. Quando vamos fazer uma colcha ou qualquer peça que será acolchoada, o trabalho de patch forma apenas o que chamamos topo (parte de cima do trabalho), que será depois quiltado, unindo topo, manta (recheio) e forro. No final teremos um quilt ou, em bom português: um acolchoado. Ou, em francês, o matelassê, como minha avó dizia.
E podemos fazer quilts com outras técnicas, como o foundation e o apliquée. As duas já ensinei e são mais simples que o patchwork, mas de qualquer forma vou repetir as aulas e aprofundar os assuntos.
Fazer patchwork não é difícil, é apenas infinitamente trabalhoso, sou sincera. Porque olha, compra o tecido, pica,pica, pica para depois costurar,costurar,costurar... é um trabalho meio insano. Mas, para mim, o resultado é tão lindo que vale a pena.

Bem, chega de conversa e vamos começar esta aula.

1.Materiais:
Na verdade, para fazermos o patchwork, precisamos dos materiais básicos de costura e sobre eles já falei na primeira aula, AQUI, mas não me custa dar umas dicas a mais.

Cortador, Régua e Placa de Corte:
Para mim, o material básico do patch. O bom resultado na união dos retalhos é que as costuras sejam perfeitas. Para isso é necessário que os cortes sejam milimetricamente precisos e para isso o trio cortador-régua-base, é imbatível.
 Acontece que custa caro! Então, vai de cada uma saber se realmente vale a pena adquirir este material. Porque sim, é possível fazer patchwork sem o uso do cortador e da placa de corte. Basta riscar o tecido ou fazer moldes em papel das peças que vamos costurar. Mas vou contar, é infinitamente mais demorado e a possibilidade de dar errado é enorme. 

Base de Corte:
A base de corte é feita de um material resistente e próprio para o uso dos cortadores circulares sem que eles percam o fio. Se você vai usar o cortador é imprescindível ter a base! As lâminas são caras e usá-las sobre qualquer outro material faz com que percam rapidamente o fio, portanto deixar de comprar a base acaba sendo uma péssima "economia".

As bases, ou placas de corte, são encontradas em centímetros ou polegadas, ou ainda (como a minha) em ambas as medidas, a minha tem 45X60 centímetros, mas hoje acho que deveria comprar uma maior... porque facilita imensamente.


Réguas:
Existem centenas de modelos à disposição. Todas muito caras. As mais úteis são as milimetradas. Eu tenho régua milimetrada, mas vou ser sincera uso mesmo é uma comum, de metal, destas que se compra em papelaria. 

Cortador:
Os cortadores circulares nada mais são do que um estilete giratório,munido de lâminas circulares. São extremamente úteis. Existem em três tamanhos básicos e quanto maior corta mais camadas de tecido de uma só vez. Mas tome cuidado, não são poucas as pessoas que se cortam seriamente!
por favor não esqueça: compre todo o material em centímetros ou em polegadas; comprar a régua em centímetros e a base em polegadas vai inutilizar o material.



Tecidos:
Normalmente, como já disse, usamos tecidos de fibras naturais (como algodão e linho) para todas as técnicas. O motivo é simples, a cada passo temos que passar o tecido, seja para assentar as costuras, seja para vincar o tecido, e os tecidos sintéticos não sobrevivem a tanto ferro quente. Sem falar que desfiam menos, são firmes para costurar e são encontrados em uma infinidade de estampas e cores a preços acessíveis.
E POR FAVOR, molhem todos os tecidos antes de usar. Repito isso porque é importante. Não precisa lavar com sabão (e nunca use amaciante), apenas molhar, encharcar o tecido para que ele encolha o que tem para encolher ANTES de ser costurado. Já imaginou lavar uma colcha e ela ficar toda torta porque UM dos tecidos encolheu. Ou ainda toda manchada, porque o vermelho resolveu soltar tinta?
Para alisar bem o tecido, eu costumo passá-los ainda um pouco úmidos. 

2. Como cortar tecidos usando o cortador e a base de corte:
Como já falei não é preciso usar o trio de corte, é possível fazer o mesmo trabalho usando tesoura. Mas é impossível negar que o uso da base e do cortador produz cortes mais precisos e certeiros, além de permitir o corte de várias camadas de tecido de uma vez só, o que agiliza imensamente o trabalho.
Importante ainda é saber o sentido dos fios para um bom corte. Os tecidos, normalmente são formados pelo entrelaçamentos de fios formando a trama e devemos cortá-los (para que não deformem) paralelo à ourela, onde o tecido é mais resistente. O que é ourela? é o acabamento do tecido, o arremate, em sua largura padrão, onde normalmente vem o nome do fabricante. 

Mas, vamos ser práticas, não cortando no viés (porque o tecido fica elástico), e tendo cuidado ao costurar, não há grandes problemas se acabar cortando errado... acontece!

Antes de mais nada é preciso refilar o tecido, acertando as bordas. Normalmente quando compramos o tecido é cortado sem muita precisão e é necessário acertar o fio da trama antes de começar a trabalhar. Como fazemos isso? Simples.
Com o tecido BEM passado: Primeiro junte as ourelas e vinque o meio do tecido. Depois, dobre novamente, agora acertando o vinco com a ourela, vinque novamente. Você vai ver que as margens não estão corretas. Para acertá-las (e garantir que o trabalho não fique torto é preciso refilar, ou seja cortar estas rebarbas. Vejam como:

Olha como fica retinho:

Prenda as pontas do tecido refilado com um alfinete, para que elas não saiam do lugar!

Notem que a  régua  deve ficar apoiada com firmeza, para que o tecido não se movimente enquanto cortamos (o que forma "barrigas", um corte torto). É preciso apoiar com firmeza, por isso as regras próprias para patch são muito melhores, porque são maiores e podemos apoiar toda a mão.


Por sua vez, a lamina do cortador circular deve estar o mais próxima possível da régua e o movimento deve ser firme e seguro, para que o corte saia reto, preciso.

Hoje vou ensinar a cortar algumas formas básicas:

Tiras:
Com o tecido refilado, acerte-o sobre as marcações da base de corte, deixando-o perfeitamente alinhado. Digamos que vamos cortar uma tira de cinco centímetros.


Existem duas formas de fazer este corte e é questão de adaptação escolher uma ou outra:

1. Usamos a régua de patch para fazer a mediação:

2. Usamos a base de corte para a medição (é assim que eu faço):


Alinhe perfeitamente o tecido, segure a régua com firmeza e corte sua tira. Lembre sempre de passar o cortador em apenas um sentido, com firmeza! Se não cortar tudo de uma vez, volte ao começo, mas não faça movimentos de vai e vem, ele pode fazer cortes tortos.


Quadrados:
Primeiro temos que cortar a tira com a medida dos lados do quadrado. Como já temos uma tira de 5 cm, vamos usá-la para fazer os quadradinhos:
Aqui também existem duas formas de cortar, como na tira:
que fotos horrorosas!

Eu corto da primeira forma, alinhando e medindo o tecido na base de corte e usando a régua como apoio para o cortador.
Da mesma forma cortamos retângulos.

Triângulos:

Para cortar um triângulo, basta dividir um quadrado ao meio, mas vou deixá-los mais para a frente, porque é preciso calcular a margem de costura.
Hoje, para não estender demais nossa aula, não vou falar de margens de costura! Para não embaralhar nossa cabeça... mas quando formos fazer um bloco usando triângulos vou ensinar como calcular suas margens a partir do quadrado.

Projetinho:

Com os quadradinhos que cortamos vamos executar o Nine Patch, o bloco mais simples de todos.

Vamos precisar de nove quadradinhos de 5 x 5 cm, 4 de uma cor e 5 de outra cor contrastante para cada bloco. A ordem dos quadradinhos é esta:


Usando o pé comum de sua máquina como marcador das margens das costuras, vamos fazer a primeira fileira. Como disse antes, vou deixar este assunto (margem de costura) para outro dia, porque é muito  para uma aula só!
Alfinete o primeiro quadrado no segundo e passe a costura mais reta que conseguir! Ficou torta? Aconselho a descosturar e fazer de novo! Depois passe o avesso, abrindo a costura para assentá-la, vire o trabalho e passe pelo direito, deixando o trabalho completamente plano. 


Costure o terceiro quadrado no segundo e passe novamente. 

Agora vamos fazer a segunda e a terceira fila da mesma foram como fizemos a primeira. Como resultado teremos três tiras como estas:


Agora vamos unir as tiras e aqui devemos ter muito cuidado. Prenda com alfinetes a primeira tira na segunda, centralizando as costuras, para que elas fiquem exatamente uma em cima da outra. Se não estiver segura, pode alinhavar o trabalho. Quando estiver bem alinhado, costure toda a tira. 

Passe o avesso e o direito e então costure a terceira tira na segunda. Vai ficar assim:

Existem algumas técnicas de como abrir as costuras no avesso... olha, eu não sou perfeccionista ao extremo e tampouco participo de concursos, então simplesmente as abro. Não saberia explicar como fazer diferente, porque aprendi assim e só sei fazer desta forma. Mas sei que as grandes quilteiras vão torcer o nariz, porque existem métodos mais avançados.


Voilá, seu primeiro bloco de patchwork está pronto!

O que fazer com ele? Já que sobraram outros quadradinhos das tiras que você cortou, faça vários, alternando as cores. Guarde-os, porque mais para frente, quando aprendermos a uni-los e a fazer as bordas, você poderá uni-los para formar um jogo americano por exemplo. Ou uma capa para máquina de  costura. Ou pode fazer descansos de panelas com cada um deles, ou pegadores de panelas... ou... são tantas as opções!

Espero que tenham gostado!
Beijos




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